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Mostrando postagens com o rótulo Entrevistas

Entrevista com Marcelo Barros, Presidente da Associação Atlética Portuguesa

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O  Esporte Rio  conversou com Marcelo Barros ,  presidente da  Portuguesa , um clube que passou por uma verdadeira revolução nos últimos anos. Bato-Papo com Marcelo Barros ER: Quem é Marcelo Barros? MB: Quem sou eu? Sou um cara que viveu a vida inteira dentro do esporte. Apesar de não exercer mais esta função, sou professor de educação física e empresário. Trabalho também na prefeitura e sou um cara apaixonado pela Ilha do Governador, principalmente pela Portuguesa. Aqui aprendi praticamente tudo o que sei sobre o clube desde o nascimento. Foi graças a meu pai, João Rego, que talvez tenha sido um dos maiores presidentes que o clube já teve. Ele me ensinou tudo, tudo, tudo na vida. Ele me ensinou a ser Portuguesa, a amar a Portuguesa. Ele talvez tenha sido o cara que mais amasse a Portuguesa. Então, este sou eu: um cara que vibra e é louco por ver a Portuguesa grande. ER: Por que ser Presidente da Portuguesa? MB:  Porque eu acho que a Portuguesa precisa continua...

Entrevista com George Joaquim, Presidente do Bonsucesso Futebol Clube

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O Esporte Rio conversou com George Joaquim , presidente do Bonsucesso , líder da terceira divisão do Campeonato Estadual . O clube rubro-anil vive realisticamente dentro de sua realidade que é comum a praticamente todos os clubes de fora da elite do futebol fluminense. Bato-Papo com George Joaquim ER: Quem é George Joaquim? GJ: George Joaquim é um professor de Geografia de 54 anos e torcedor do tradicional clube da região da Leopoldina do Rio de Janeiro que possui as cores mais belas do futebol carioca, o Bonsucesso F.C. Desde janeiro de 2024 sou presidente do clube que aprendi a amar, herança de família do meu querido avô Benjamim.   ER: Como o Bonsucesso sobrevive hoje em dia? GJ: Sobrevive das mensalidades sociais e dos aluguéis das lojas que estão localizadas na sede do clube e dos aluguéis de eventos no salão nobre.   ER: Quantos sócios em dia tem o clube e quanto custa a mensalidade? GJ: Por volta de 100 pagantes entre titulares e dependentes. A mensalidade é...

Entrevista com Alexandre Badolato

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Entrevistamos Alexandre Badolato , o homem por trás do ressurgimento da marca, das mesas e dos times de botão da Brianezi. Os botões de futmesa mais bonitos da história voltaram em 2020. Conheça Alexandre Badolato e a Brianezi ER: Como começou a Brianezi? AB: A Brianezi foi fundada em 1972 por Paulo Brianezi. Ele tinha uma loja de sapatos e começou a fazer os botões no fundo da loja. Em 1972 a operação foi formalizada e a empresa foi aberta. Ano que vem vamos comemorar o Jubileu de Ouro da Brianezi, 50 anos de fundação. ER: Por que a Brianezi parou de fabricar nos anos 80? AB: A Brianezi interrompeu as atividades no ano 2000, após uma ação até certo ponto truculenta do então Clube dos 13 relacionada aos royalties pelo uso do escudo dos clubes. Quando a Brianezi foi fundada ninguém falava em royalties, direitos de utilização de marcas de clubes de futebol, etc ... Esse assunto passou a ser trabalhado pelos clubes brasileiros principalmente a partir dos anos 90, com um combate forte...

Entrevista com Kleber Monteiro

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Kleber Monteiro é escritor, professor de biologia e acompanha o futebol do Rio de Janeiro em suas divisões mais profundas. Se isso já não fosse muito, nosso entrevistado está "ressucitando" antigos clubes pequenos do Rio de Janeiro, que muitos nunca ouviram falar. Esporte Rio Conversa com Kleber Monteiro ER: Gostaria de começar esta entrevista pedindo que você conte aos leitores, quem é Kleber Monteiro? KM: Um professor de biologia do estado do Rio de Janeiro apaixonado por futebol. ER: Como surgiu esta paixão pelo futebol obscuro do Rio de Janeiro? KM: Cresci vendo o meu tricolor jogando contra clubes tradicionais de bairros. ER: A ideia do livro "Da Lama à Grama" surgiu como? KM: A ideia era justamente tentar resgatar os clubes de menor expressão e mostrar sua importância no futebol carioca. ER: Qual o momento mais marcante de suas andanças pelos alçapões do Rio de Janeiro? KM: Muitas situações inusitadas. Estádios sem infraestrutura, viagens lo...

Flamengo Monta Estrutura para Canoagem de Velocidade na Gávea

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O Flamengo já disputou mais de 50 modalidades esportivas (olímpicas ou não) ao longo de seus 120 anos de história. Pela primeira vez nestes anos todos, o Flamengo está construindo uma estrutura permanente de Canoagem de Velocidade em sua sede poli-esportiva na Gávea. A estruturação da Canoagem do Flamengo é um sonho de alguns anos atrás do Flamengo que agora está se tornando realidade. Nos anos 80, o Flamengo chegou a ter um ou dois remadores praticando Canoagem na Lagoa Rodrigo de Freitas. Era mais por diversão do que por competição. Em 2010, a Presidente Patrícia Amorim contratou diversos atletas da seleção brasileira mas sem estrutura na sede do clube eles treinavam no Paraná. A partir de 2016, o Flamengo terá canoas, caiaques, remos e equipamentos próprios e até escolinha na Gávea. Os atletas contratados morarão no Rio de Janeiro e treinarão no clube. Quem vai comandar a Canoagem do Flamengo é o supervisor técnico do Departamento de Remo e Canoagem, Edson Figueiredo, com q...

Entrevista com Francisco Alegria

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Franciso Alegria está à frente do excelente trabalho realizado nas categorias de base do Voleibol do Fluminense . Nesta entrevista ele também nos conta sobre as perspectivas do voleibol adulto no clube. A foto é de Bruno Haddad/Divulgação FFC.   ER: Qual o objetivo do Fluminense para com o Vôlei do clube? FA: Oferecer aos atletas e à sociedade a melhor formação de base possível, seja na área técnica, seja em sua formação pessoal. Mantendo sua tradição no esporte, visa também formar equipes competitivas que possam representar e engrandecer o nosso clube, cidade e país. ER: Nos últimos cinco anos, o Fluminense se tornou o maior campeão do estado nas categorias de base. Qual o segredo do sucesso? FA: Uma boa estrutura de trabalho, aliada à uma excelente comissão técnica que conta com total apoio e independência na condução da área técnica, que procuram uma constante atualização sejam em cursos de capacitação, experiências com trabalhos em equipes de alto rendimento e se...

Entrevista com João Tomasini, Presidente da CBCa

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João Tomasini contou uma pouco de sua história, que se confunde com a história da Canoagem no Brasil, ao nosso blog. Ele também fala das perspectivas da CBCa em relação aos Jogos Olímpicos de 2016. ER: Tomasini, pode nos contar um pouco de sua trajetória até assumir a presidência da Confederação Brasileira de Canoagem? JT: Minha história vem desde o início da Canoagem no Brasil e se confunde um pouco com a própria história do esporte no país. Nos anos de 1975 e 1976 tive o início da minha prática esportiva na canoagem no interior do Rio Grande do Sul, época que comprei meu primeiro barco. Contudo, foi só em 1984 que aconteceram as primeiras competições no esporte. Em 1985 fui fundador e presidente da AECA em Estrela/RS. Em 03/05/1985 ocorreu a fundação da Associação Brasileira de Canoagem, durante a I Volta da Ilha de Vitória, em Vitória, ES, com a presença da Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul, sendo eleito Presidente o Sr. Uwe Pe...

Entrevista com Carlos Alberto Lancetta, Presidente da FARJ

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Carlos Alberto Lancetta foi muito franco nesta entrevista. Critica dirigentes e clubes que fizeram Botafogo, Flamengo e Fluminense largarem o Atletismo; e critica políticos que querem a demolição do Estádio Célio de Barros. Também critica o continuísmo político em federações e confederações esportivas. Leia abaixo. ER: Pode nos contar um pouco de sua tragetória até assumir a presidência da Federação de Atletismo do Estado do Rio de Janeiro? CAL: Fui atleta de 1962 à 1972. Competi pelo Bangu Atlético Clube, pelo Botafogo de Futebol e Regatas e pelo Grêmio Esportivo Arte e Instrução, onde comecei a minha carreira de técnico após ter concluído o curso de Educação Física. Participei como técnico olímpico em Montreal 1976 e Moscou 1980. Participei ainda de três Campeonatos Mundiais (Düsseldorf 1977, Cidade do México 1979 e Roma 1981), além de participar também como técnico brasileiro em três Universíades (Sófia 1977, Cidade do México 1979 e Bucareste 1981). Ainda como terinador fui...

Entrevista com João Garrido, Administrador do Botafogo FA

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Confira a entrevista com João Garrido, um dos administradores de Futebol Americano do Botafogo FR, que vai disputar o Torneio Touchdown no segundo semestre deste ano.  Ele é responsável pela relação entre o time e o Botafogo FR . ER: Pode nos contar um pouco de sua tragetória até assumir a diretoria do futebol americano do Botafogo? JG: Meu primeiro contato com o futebol americano foi aos 13 anos de idade, em uma equipe de praia, Falcões. O resultado não podia ser diferente, me apaixonei pelo esporte. Como jogador, fiz parte de grandes grupos e acompanhei de perto seu crescimento, ajudando dentro e fora de campo. Fui também convocado para a Seleção Brasileira e para a Seleção Carioca Sub19, além de ter sido eleito "Most Valuable Player" - MVP (melhor jogador) do campeonato mais tradicional das praias do Rio de Janeiro (Saquarema Bowl), Entre outros fatos importantes. O time de grama Botafogo Futebol Americano foi fundado por Ivan Franklin, fundador do Mamutes (time de pra...

Entrevista com Alexandre Póvoa, Vice-Presidente de Esportes Olímpicos do Flamengo

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Alexandre Póvoa assumiu a Vice-Presidência de Esportes Olímpicos do Flamengo no início de 2013. Ela fala sobre os planos do Flamengo para cada esporte, a estrutura da Gávea e dá pista de que o Handebol pode voltar ao rubro-negro. Confira! ER: Alexandre, durante sua infância você foi sócio e atleta do Basquete. Praticou mais esportes na Gávea, além do Basquete? AP: Fiz escolinha de natação no Flamengo. Apenas como sócio, nunca em escolinha, jogava futebol, vôlei, entre outros esportes. Sempre gostei de qualquer esporte que tenha bola, até hoje sou praticante frequente. ER: Qual era o clima no clube naquela época comparando com agora? AP: Não gosto muito de saudosismos baratos, até porque a realidade do esporte era outra. O futebol não envolvia cifras milionárias como hoje e os atletas dos esportes olímpicos, com raríssimas exceções, viviam de ajuda de custo e “vale-lanche” ao final do treino. E as coisas funcionavam com uma harmonia total, muito saudável, não havia essa bobagem ...